5 respostas à dúvidas sobre Adicional Noturno

Um dos assuntos que mais tiram o sono de patrões e empregados é o Adicional Noturno. O Adicional Noturno é um direito garantido pela Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT) brasileira aos profissionais que trabalham durante a noite ou que fazem hora extra neste período, considerado mais extenuante e atípico. Para compensar tal disponibilidade, um valor de ganho é acrescentado a cada hora trabalhada do funcionário que desempenha sua função no período compreendido entre as 22h e as 5h da manhã do dia seguinte.


1 – Quem tem direito ao Adicional Noturno
Todo o trabalhador com uma jornada de trabalho entre as 22h de um dia e as 5h do dia seguinte, no caso de trabalho em locais urbanos. O direito é válido, inclusive, para horas extras e para profissionais que têm apenas parte de sua jornada compreendida nesse horário.


2 – Diferença entre horas diurnas e noturnas
A hora noturna é calculada de forma diferente da hora trabalhada durante o dia. No período diurno, uma hora (1h) equivale a 60 minutos (60 min), como o usual. Já no período noturno, uma hora (1h) equivale a 52 minutos e 30 segundos. Assim, as sete horas de trabalho entre as 22h e as 5h equivalem a oito horas de trabalho noturno.


3 – Valor do Adicional Noturno
Cada hora trabalhada no período entre 22h e 5h deve ser pago com um acréscimo de, no mínimo, 20% sobre o valor da hora diurna. O percentual pode aumentar quando é previsto em Acordo ou Convenção Coletiva de Trabalho.

4 – Como calcular o Adicional Noturno
Entre 22h e 5h, cada período de 52 minutos e 30 segundos equivale a uma hora trabalhada, mais uma porcentagem adicional prevista em sua convenção coletiva de trabalho. Intervalos de pelo menos um hora são obrigatórios em períodos superiores a 6h horas de atividade ininterruptas.


5 – Adicional Noturno incide sobre o INSS, férias e 13°
O Adicional Noturno incide sobre o salário e, também, sobre benefícios como INSS, férias, 13º salário, FGTS, aviso prévio indenizado e repouso semanal remunerado. Apenas não segue essa regra o caso de uma jornada noturna derivada de exceção.


Para garantir o cumprimento de todas as obrigações trabalhistas, garantir os direitos dos funcionários e evitar mal-entendidos ou surpresas a cada fechamento de folha, uma das melhores alternativa para calcular o Adicional Noturno é adotar um relógio de ponto eletrônico. O equipamento comprova o dia a dia de cada funcionário, auxilia o trabalho dos Recursos Humanos na hora de gerenciar cargas horárias, economiza tempo e outros recursos gastos na rotina empresarial, além de auxiliar na segurança da empresa, registrando quem entra e quem sai e a que horas. A KL Quartz pode auxiliar na escolha do melhor relógio-ponto eletrônico para sua empresa.

Saiba quais são os tipos de controle de acesso e escolha o melhor para sua empresa

Um sistema de controle de acesso auxilia as empresas a promoverem a segurança de seu patrimônio e das pessoas que ali circulam e a organizarem a gestão de seu negócio com informações captadas, gerenciadas e disponibilizadas conforme sua necessidade. O conhecimento a respeito das entradas e saídas de um prédio comercial, condomínio de comerciais, condominios residencias ou corporação possibilita a seus gestores a inibição de presenças indesejadas ou desconhecidas, além da possibilidade de coleta de informações sobre todos que ali transitam – inclusive as entradas e saídas de seus colaboradores. Situações constrangedoras e outras ocasiões que podem colocar em risco a empresa, seu patrimônio, seus funcionários, moradores e clientes também podem ser evitadas com a implantação de um sistema de controle de acesso em sua empresa.

Controle de Acesso empresas, condomonios

A tecnologia tem evoluído de forma substancial nos últimos anos também na área de controle de acessos. Vários são os tipos de ferramentas e equipamentos disponíveis para esse fim. Escolher a melhor para a sua empresa e/ou condomínio implica em avaliar a natureza e as necessidades de seu negócio. Mas, para isso, é preciso saber quais são os tipos de controle de acesso mais eficazes e modernos disponíveis no mercado:

Controle de acesso físico / manual
O mais simples e tradicional a seru utilizado, onde consiste em ter um porteiro à disposição na portaria da empresa ou condominio identificando quem entra e sai, sem maiores controles. O profissional que trabalha na portaria de um prédio também fica responsável por comunicar à empresa ou morador quem quer acessar suas dependências, usualmente comunicando-se com um responsável na maioria das vezes via telefone ou algum tipo de interfone. Os acessos são liberados por portões eletrônicos ou cancelas, no caso de entradas e saídas de estacionamentos.

Controle de acesso Eletrônicos 
Os controles de acesso eletrônicos representam uma renovação tecnologia nos acessos a empresas e condomínios, sejam comerciais ou residências. Esse tipo de controle oferece mais segurança e possibilidades de customização de acordo com as necessidades de cada local.
Os sistemas de controles eletrônicos em geral estao conectados a sistemas que permitem a identificação completa de colaboradores, prestadores de serviços , visitantes ou ate moradores , tendo acesso a quem entra e sai facilmente gerenciado. Entre os sistemas Eletrônicos de Acesso temos diferentes tipos para sua escolha :

Controladores Multifuncionais: São terminais de controle de acesso, em geral conectados a portas ou portões, cuja pela simples identificação biométrica, por senha ou por um crachá é possível permitir ou bloquear a abertura das portas e/ou portões. Neste segmento a identificação biométrica é a solução mais vantajosa, por eliminar a possibilidade de fraudes, de roubo da identificação e permite um controle mais eficaz. A opção de identificar o usuário por senha ou crachá de aproximação também é bastante comum , mas não oferece tanta segurança em sua utilização. Este tipo de controlador hoje é muito adotado por condomínios residências, escritórios e grandes empresas que querem controlar acesso a determinada área .
Dentro desta linha de equipamento temos uma novidade que são os controladores por identificação facial, reconhecem o individuo por foto , torna o sistema ainda mais ágil e seguro.

Catracas Eletrônicas: as Catracas são as soluções mais comuns a grandes industrias e condomínios comerciais . Em geral ficam ligadas a um sistema via rede, que permite a identificação, liberação e/ou bloqueio dos usuários. Possui as mesmas possibilidades de identificação dos controladores, com a novidade de leitores de QRCODE. Diferente dos controladores multifuncionais, as catraca em geral tem utilizado a identificação por crachás de proximidade, leitores RFID , pois facilitam o fluxo de visitação em grandes prédios comerciais.
O funcionamento deste sistema é bastante simples, com uma identificação feita pela área de portaria pelo documento do visitante , vinculo do seu cadastro a uma das formas de identificação e liberação do mesmo. Permite um acesso a relatórios e informações detalhadas.
Como as catracas representam uma barreira física no acesso , controlam mais o fluxo de pessoas e precisam ainda de mais qualidade e resistência.
Cancelas: As cancelas são barreiras físicas utilizadas para controle de acesso de veículos. Adotadas muito por estacionamentos privados, são soluções já bastante aplicadas a empresas , universidades e condomínios. As identificações podem variar desde leitor código de barras, leitor RFID fixado no carro e as demais formas já citadas anteriormente.

Portanto, possibilidades não faltam para você escolher o melhor sistema de controle de acesso para sua empresa. De todo modo, a KL Quartz e seus consultores estão à disposição para sanar suas dúvidas e ajudar na tarefa de encontrar o melhor controle de acesso para o seu negócio.

Horas extras e atrasos: saiba os limites conforme a legislação

Dependendo da natureza e do dia a dia dos negócios, há empresas em que os horários de entrada e saída dos funcionários acabam sofrendo alterações de última hora, fazendo com que colaboradores cheguem antes do horário estipulado ou fiquem até mais tarde para cumprir determinadas tarefas inesperadas. Em outras situações, o próprio funcionário acaba se atrasando um pouco, devido, por exemplo, à perda do horário do ônibus. Ninguém está livre de ambas as situações. De todo modo, ter o controle das horas de entrada e saída dos colaboradores é fundamental para a organização da empresa. Qualquer tipo de injustiça, má fé, gastos desnecessários ou débitos com os funcionários também são evitados, dispersando problemas trabalhistas futuros. Mas afinal de contas, qual o limite de tolerância para as variações nos horários de trabalho estipulados para os colaboradores?


Tolerância de 10 minutos diários


A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu artigo 58, é clara: a carga horária diária de um trabalhador não pode exceder as oito horas e é possível tolerar até 5 minutos de atraso, totalizando, no máximo, 10 minutos diários. Só acordos coletivos e exceções determinadas por sindicatos podem extrapolar essa lei.O limite de 10 minutos não pode ser descontado – mas o tempo excedente a este número de minutos, sim. Atrasou mais de 10 minutos, desconta-se em folha ou do banco de horas. E não há a compensação do atraso – se o seu funcionário resolver chegar atrasado e recuperar o horário no mesmo dia, sua empresa descontará o atraso e pagará horas extras, o que não é nada bom. Fique atento!
O funcionário chegou mais do que 10 minutos antes ou ficou além de 10 minutos trabalhando: devo pagar hora extra?


Sim, se o colaborador ficar a partir de 11 minutos a mais em um dia de trabalho ele deve ser recompensado de alguma forma, de acordo com o estipulado pela empresa – pagar horas extras e com acréscimo de 50% ou com folgas do banco de horas, por exemplo.


Por isso, o relógio controlador eletrônico de ponto pode ser seu braço direito nessa empreitada! Ele permite não só o registro exato dos horários de entrada e saída como permite a emissão de relatórios precisos sobre o tempo de trabalho do funcionário nas dependências da empresa. A KL Quartz disponibiliza vários equipamentos de controle de fluxo de trabalho. Certamente um deles atenderá sua necessidade.

Qual o melhor tipo de controle de ponto para sua empresa?

De acordo com a legislação em vigor, empresas com mais de 10 trabalhadores em seu quadro funcional precisam instalar um relógio de controle de ponto em suas dependências. O investimento vale a pena: comprovar as rotinas de cada trabalhador em relação ao horário de trabalho facilita a vida da turma do Recursos Humanos na hora de gerenciar cargas horárias, economiza tempo e outros recursos gastos na rotina empresarial, além de auxiliar na segurança da empresa, registrando quem entra e quem sai e a que horas. O relógio-ponto também documenta o cotidiano de todos na empresa e garante que, caso ocorra algum questionamento trabalhista em relação a horas trabalhadas no futuro, tudo esteja devidamente apontado. Pronto! Agora é preciso escolher qual o melhor tipo de controle de ponto, de acordo com a necessidade de sua empresa. São 3 os tipos mais usados pelo mercado brasileiro. Aqui você fica sabendo quais as diferenças entre eles para pode escolher o melhor para o seu negócio:

Relógio Cartográfico Digital 

Relógio de Ponto Cartográfico Porto Alegre - Controle de Acesso

Dinossauro dos registros de ponto de funcionários, o relógio que era bastante utilizado nas décadas de 1970 e 1980 ganhou a sua versão moderna. Um cartão de papel com uma tabela com todos os dias do mês registra os horários de entrada e saída. Os funcionários precisam ter atenção ao marcar seu ponto para que não haja problemas no registro pela máquina. Geralmente, o cartão fica armazenado ao lado do relógio-ponto – o que prejudica sua segurança, pois permite que um funcionário utilize o cartão do colega, por exemplo.

Relógio eletrônico com cartão 

Trata-se de um modelo mais seguro e de rápido uso pelo funcionário, economizando tempo. Problemas: um colega pode emprestar o crachá para o outro, ou instalar-se aquela prática de um bater o ponto pelo outro enquanto o colega ainda não retornou para a empresa. E quando há mudanças no quadro funcional, muitas vezes é preciso comprar novos cartões ou crachás.

Relógio de ponto biométrico 

Sim, ele é mais caro do que as outras opções. Mas a praticidade e a segurança que o relógio biométrico imprime são incomparáveis. Os funcionários são identificados por suas digitais. Além de usar tecnologia de ponta da melhor forma possível, esse tipo de registro de ponto está de acordo com as normas mais recentes propostas pelo Ministério do Trabalho – na hora da aquisição da sua máquina, tenha a certeza de que o modelo está de acordo com a portaria 1510/09. E duvide de equipamentos que sejam muito mais baratos , abaixo dos valores médios do mercado. Adquirir um mais barato pode fazer você levar gato por lebre. Fora que, em caso de fiscalização, as multas costumam ser mais altas do que isso.

A KL Quartz ajuda você a escolher o melhor sistema de registro de ponto para a sua empresa. Acesse nosso site, confira nossas opções e entre em contato conosco caso ainda restem dúvidas!

CAGED: veja se sua empresa ainda precisa declarar

O CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) é um registro permanente das empresas, que mostra os profissionais que foram contratados e dispensados dentro do regime CLT.

O Programa de Seguro-Desemprego e outras iniciativas sociais utilizam esses dados para garantir os vínculos trabalhistas de quem solicita o auxílio. 

Outras funções do CAGED são fornecer dados para pesquisas, estudos, projetos e programas referentes ao mercado de trabalho. Também faz com que as tomadas de decisão para ações governamentais sejam mais assertivas. 

Em outubro de 2019, foi publicada a Portaria n°1.127, que estipulou novos procedimentos para declaração dos dados das empresas no CAGED pelo eSocial. 

A medida entrou em vigor em janeiro de 2020, mas algumas empresas estão com dúvidas se ainda precisam declarar o CAGED ou não. Esclareça tudo lendo esse texto!

Como a declaração do CAGED funciona agora?

O CAGED deixou de ser obrigatório apenas em janeiro de 2020. Isso quer dizer que a competência de dezembro de 2019, com vencimento em 7 de janeiro, ainda tem obrigatoriedade. 

Após essa data, as empresas que trabalham com eSocial não precisam mais passar esses dados para o Ministério da Economia. O órgão vai utilizar apenas uma base de trabalho para divulgar suas estatísticas. 

O cronograma do eSocial informou que empresas dos grupos 1, 2 e 3 não precisam mais enviar o CAGED desde o dia 1 de janeiro. 

Esses grupos representam:

  • Grupo 1: Entidades empresariais com faturamento anual em 2016 acima de R$78 milhões
  • Grupo 2: Entidades empresariais com faturamento anual em 2016 menor que R$78 milhões e não optantes do Simples Nacional 
  • Grupo 3: Optantes do Simples Nacional (ME e EPP), MEI, empregador pessoa física (exceto doméstico) e entidades sem fins lucrativos

Órgãos públicos e entidades internacionais, ou seja, grupos 4, 5 e 6, ainda não são obrigados a usar o eSocial, e por isso, ficaram de fora das mudanças do CAGED. 

Esses grupos representam:

  • Grupo 4: Entes públicos federais e organizações internacionais 
  • Grupo 5: Entes públicos estaduais e Distrito Federal 
  • Grupo 6: Entes públicos municipais, comissões polinacionais e consórcios públicos

E quem teve problemas no envio dos eventos? Ou em gerar a declaração para o CAGED?

Após o início das novas normas propostas pelo Ministério da Economia, algumas empresas relataram problemas nos envios de eventos para o eSocial. Por conta disso, muitas delas não conseguiram gerar a declaração para o CAGED. 

Se esse é o seu caso, A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho já enviou ou está enviando um comunicado. Nele, é solicitado que as empresas continuem enviando declarações de contratações e demissões de janeiro de 2020 no Portal do CAGED. Essa medida está sendo tomada até que os problemas do eSocial e do CAGED sejam resolvidos. 

Nesse comunicado, você vai encontrar um link com acesso para uma lista de precisam manter o envio do CAGED referente a janeiro de 2020. 

Caso a sua empresa ainda não tenha recebido o comunicado, você deve continuar mantendo as informações prestadas normalmente por meio do eSocial. 

Ainda tem dúvidas se a sua empresa precisa declarar o CAGED? Entre em contato com a KL Quartz e resolva os seus problemas!

Como definir e escolher o melhor relógio eletrônico de ponto para sua empresa

O relógio eletrônico de ponto é um aparelho utilizado para controlar o horário de entrada e saída dos funcionários. Ele passa a ser obrigatório para empresas que têm mais de 10 trabalhadores atuando no time. 

Gerenciar a carga horária dos colaboradores é muito importante, pois assim é possível estipular os descontos no holerite corretamente e medir a disciplina de cada funcionário individualmente. 

O relógio eletrônico de ponto ideal para o seu negócio vai garantir a segurança que você precisa, além de economizar tempo e outros recursos gastos na rotina empresarial. 

Mas como saber qual é o relógio eletrônico de ponto certo para o seu empreendimento? Para te ajudar nessa escolha, vamos mostrar as funcionalidades dos principais modelos do mercado. Assim, fica mais fácil identificar qual deles supre melhor as suas necessidades!

Principais modelos de relógio eletrônico de ponto

Relógio cartográfico 

Esse relógio eletrônico foi muito usado nas décadas de 70 e 80 de forma mecânica. Hoje, ele possui sua versão eletrônica, que só é aceita pelo Ministério do Trabalho caso você já utilize esse modelo antes da mudança das normas trabalhistas. 

Os setores que mais utilizam esse relógio são os empreiteiros, construtores e outras empresas de serviços terceirizados. 

Para que esse modelo funcione, é preciso usar um papel com uma tabela com todos os dias do mês, onde as horas de entrada e saídas serão inseridas. É importante pedir para que os funcionários não esqueçam o papel, pois pode ser que o relógio acabe marcando o ponto na coluna errada.

Na maioria dos casos, o cartão é armazenado em um dos lados do relógio. Sendo assim, esse relógio não é um dos modelos mais seguros, pois permite que o funcionário use o cartão de outro colaborador. Também é possível sair e deixar o ponto aberto, ou seja, contabilizando horas, até ter que bater o ponto novamente. 

Relógio eletrônico com cartão 

Cada funcionário deverá receber um cartão ou crachá de proximidade ou de código de barras com seus dados pessoais. Ao chegar e sair do trabalho, deverá passar esse cartão no relógio eletrônico de ponto para contabilizar seu horário. 

Esse modelo é bem mais seguro, em comparação com o relógio de ponto cartográfico. A administração da sua empresa terá um controle de ponto melhor e gastando menos tempo, já que todas as informações estarão armazenadas no sistema. 

Assim como o modelo anterior, o relógio eletrônico com cartão não é mais homologado pelo Ministério do Trabalho. Ele apresenta alguns problemas, como a possibilidade dos funcionários emprestarem cartões uns aos outros. 

Outro malefício desse tipo de relógio é o gasto a mais com cartões e criações de crachás sempre que há demissões ou novas contratações. 

Relógio de ponto biométrico 

É o modelo de relógio eletrônico de ponto mais seguro atualmente, identificando os funcionários por suas digitais. Ele está de acordo com as normas propostas pelo Ministério do Trabalho e usa a tecnologia atual da melhor forma possível. 

Para retirar as informações, é só usar o cabo USB ou integrar a máquina com um sistema de gestão. 

Porém, ele é mais caro do que as outras opções. Um modelo mais simples custa R$1500, enquanto os mais avançados podem custar mais de R$5000. 

Sabemos que é um valor elevado, mas fuja ao máximo de relógios biométricos que não estejam nessa faixa de preço. Alguns modelos estão sendo vendidos por cerca de R$300, mas eles não são reconhecidos pelo Ministério do Trabalho. 

Caso sua empresa passe por uma fiscalização, as multas serão bem mais altas do que um bom relógio custaria. Para saber que está adquirindo o modelo certo, tenha certeza de que eles estão de acordo com a portaria 1510/09 do Ministério do Trabalho. 

Além do preço elevado, outra desvantagem é que apenas a empresa fabricante pode fazer a manutenção do relógio, que podem ter preços abusivos dependendo de onde você comprar. 

Na KL Quartz, você não precisa se preocupar com isso. Visite nosso site e confira nossas opções de relógio eletrônico de ponto. Com certeza, você vai achar os melhores modelos aqui!

2020: por que empresas devem investir em relógio ponto

Ano novo, vida nova. Como diz o velho ditado, a virada do ano é o momento propício para rever projetos, efetuar mudanças, gerar soluções para a vida das pessoas e, também, para a saúde administrativa e financeira das empresas. Assim, investir em ações positivas e que melhorem processos ou rotinas é uma escolha inteligente que trará benefícios em um curto espaço de tempo. Além disso, uma das melhores opções para as empresas que ainda não aderiram ao funcionamento automatizado é investir em relógio de ponto eletrônico, estimulando equipes de colaboradores a implementarem métodos mais tecnológicos, precisos e inovadores no seu dia a dia em tempo real

Para os gestores de RH, o controle de entradas e saídas de funcionários não é tarefa fácil, ainda mais em empresas em que o quadro de colaboradores é grande. Afinal, atualmente, é muito fácil uma empresa crescer e contratar mais funcionários ao longo dos processos, aumentando, também, o fluxo de trabalho do setor de recursos humanos. Em vista disso, o controle de ponto de cada funcionário pode ser efetuado de maneira mais fácil e precisa, com o uso de equipamentos próprios, como relógio ponto. 

O maior benefício que as empresas e os colaboradores podem ter ao utilizar o aparelho é referente à precisão das informações ali cadastradas que, manualmente, estão sujeitas a erros.

2020 já está aí, por isso, é bom aproveitar o momento de mudança para achar a melhor solução para a sua rotina. 

Investindo em relógio ponto

Bom, agora que você já está certo em realizar as mudanças necessárias para a sua empresa, é só escolher o melhor lugar para comprar o relógio ponto. Com mais de 30 anos de experiência, a KL Quartz atende empresas de diferentes portes e segmentos em todo o país, oferecendo soluções completas como equipamentos, softwares, suporte e manutenção nas áreas de Controle de ponto e acesso. 

 

Venha nos visitar! Entre em contato com nossos consultores e descubra os melhores equipamentos para seu negócio.

 

Controle de acesso e o uso da tecnologia nas empresas

Atualmente, inovação e tecnologia são partes essenciais para as rotinas das empresas. Seja no Brasil ou em outros países, empresas que não se atualizam automatizando processos tendem a ficar de fora do mercado. Além disso, as novas soluções são necessárias para transformar o dia a dia das empresas e, para que as mudanças tecnológicas se tornem acessíveis, é recomendado criar novos formatos e soluções ao observar demandas ociosas, como o uso de controles de acessos em locais que ainda não aderiram, por exemplo.

Inovar não é imprescindível para uma empresa atuar, porém, garante um lugar de destaque e crescimento em meio à concorrência. E reconhecer isso é fundamental para escalar a competitividade que existe em determinados meios.

Em muitas situações, para mudar é preciso rever os valores, bem como a cultura organizacional da empresa. Então, muitas vezes, para ter uma empresa voltada para a inovação é preciso rever e mudar de acordo com as mudanças do contexto em que ela esteja inserida. Assim, basta seguir e prever as tendências mercadológicas que, a cada dia, mudam e ditam novos processos.

Há alguns anos o controle de acesso mediante tecnologia vem crescendo dentro das organizações e, no quesito inovação em segurança, esse crescimento não poderia ser diferente. Hoje, muitas empresas investem tempo e dinheiro em implementações tecnológicas, como relógio ponto, catracas de acesso e softwares de segurança e, tudo isso, para melhorar a gestão e o funcionamento delas e para tornar a rotina de trabalho dos colaboradores mais dinâmica e com menos refação de tarefas, também.

Controle de Acesso

Cada vez mais, o controle de acesso é uma tendência presente em incorporações, residências e diferentes tipos de locais e ambientes. Ele funciona mediante equipamentos que liberam ou bloqueiam a abertura de portas e portões, catracas, cancelas e, ainda, torniquetes para grandes locais como clubes e ginásios.

Estes sistemas oferecem maior segurança e permitem um ótimo controle de acesso a determinados locais.

Investir em tecnologia e inovação é essencial. Confira, aqui, nossa linha completa de Controle de Acesso. Temos a melhor solução para a sua empresa.

Recesso de fim de ano: como fica a segurança da sua empresa

Dezembro é o último mês do ano e, também, é um momento de tranquilidade e preocupação ao mesmo tempo. Tranquilidade, por se tratar do período de natal e ano novo, época de viagens, confraternizações em família e, para empresas, projetos concluídos e planejamento de novos negócios para a entrada do próximo ano; já, preocupação, por ser o período com menor movimento dentro das organizações, portanto, momento de se precaver com a segurança da mesma.

Geralmente, neste período, as empresas aproveitam para concentrar férias coletivas ou para estipular o recesso de fim de ano em conjunto com seu quadro de funcionários, fazendo com que as instalações físicas funcionem com grupos reduzidos de colaboradores e, muitas vezes, sem atendimento ao público. De outra maneira, em outras situações, fechem suas portas em período determinado. E é neste sentido que os empresários devem estar atentos com a segurança das empresas, investindo em controles de acesso, catracas, equipes de segurança, reduzindo e controlando a entrada de pessoas através da biometria.

Em se tratando de recesso, algumas empresas procuram revezar nos dois períodos, liberando parte do quadro de funcionários na semana do Natal e parte na do dia 31. Assim elas não fecham e os colaboradores podem viajar para rever familiares ou descansar no período.

Infelizmente, muitos casos de assaltos ocorrem neste período, justamente pelos espaços estarem vazios, fechados ou com menos fluxo de trabalhadores circulando em suas imediações.Assim, uma  boa alternativa é dedicar algum investimento em equipamentos de segurança, como sistemas, controles de acesso e catracas eletrônicas para locais maiores.

Controles de Acesso

Os controladores de acesso funcionam como uma chave para a entrada dos funcionários nas dependências da empresa. É um aparelho que permite a identificação do usuário mediante impressão digital, crachá ou senha para seu acesso em determinada área e, geralmente, fica na porta de entrada da empresa. Além do mais, ao investir no aparelho, a empresa tem a segurança de que apenas funcionários cadastrados biometricamente terão acesso ao local. Veja nosso modelo, aqui.

Catracas Eletrônicas

As catracas eletrônicas são utilizadas em empresas com grande número de funcionários e, geralmente, ficam nos acessos principais a elas. Servem para selecionar o público e funcionam mediante cartão ou crachá. Veja nosso modelo, aqui.

Sistema de Acesso dFlow

É uma linha de controle com portas, onde elas ficam originalmente abertas e seu fechamento ocorre apenas quando uma pessoa não autorizada tenta efetuar o acesso.

Com sensores de alta tecnologia que permitem, além do bloqueio simples de alguém não autorizado, detectar quando mais de uma pessoa tenta passar pela catraca ou entrar enquanto outra está saindo. Altamente tecnológico, o sistema funciona como uma catraca e fica, geralmente, no principal acesso à empresa.

Com essas alternativas de acesso, os empresários e gestores podem ter mais tranquilidade quanto à segurança da empresa e de seus colaboradores, também.

É dezembro, como calcular as horas extras dos funcionários

Com o final do ano, as empresas focam seus esforços em fechar as contas, de acordo com o planejamento do novo ano que vai começar, ainda em dezembro. Com isso, tanto os custos com fornecedores e terceiros, quanto os custos fixos de funcionários, como férias, décimo terceiro, horas extras, ou do próprio funcionamento da empresa são previstos pelos gestores financeiros para serem quitados ao encerrar o ano. Em vista disso, os cálculos referentes aos funcionários devem ser feitos mediante normas e acordos sindicais de cada categoria. 

Contudo, muitas vezes os colaboradores acabam ultrapassando os horários previstos na jornada de trabalho para cobrir folga ou falta de colegas, até mesmo para terminar processos de rotina. E, mediante ajuste feito entre empresa e funcionário, as horas a mais podem ser previstas como banco de horas ou como horas extras trabalhadas, por isso, é necessário acordar anteriormente se as horas serão pagas ou disponibilizadas para folgas futuras.

Neste contexto, se for ajustado o pagamento, conforme a legislação trabalhista somada aos acordos sindicais de cada categoria, bem como aos acordos e convenções coletivas, as horas extras podem ser pagas ao empregado ao final do período trabalhado ou, ainda, acumuladas em formato de banco de horas para serem gozadas posteriormente, de acordo com o estabelecido legalmente e internamente, quando necessário.

Qualquer que seja a situação acordada, deverá ser positiva tanto para os funcionários quanto para as empresas, levando sempre em consideração as diretrizes ajustadas pelos órgãos e entidades sindicais, gestores de RH e funcionários. 

Para realizar o cálculo da hora extra

Assim, o cálculo das horas extras é complexo e deve ser realizado com precisão por profissionais especializados na área. Por isso, a melhor solução é ter um relógio de ponto para auxiliar no processo. Com o aparelho, é possível cadastrar o horário de trabalho de cada funcionário com precisão. Ao final do período, o sistema calcula a carga horária, e o departamento de RH já recebe todas as informações sobre horas cadastradas a mais ou devidas. Além do mais, em grandes empresas, esse processo facilita a rotina dos gestores que deverão realizar a contagem individualmente, tornando-se imprescindível fazer o cálculo para cada colaborador.

 

Como calcular o valor da hora extra em domingos e feriados

O cálculo é feito da seguinte forma: ao valor de cada hora trabalhada, soma-se 100% do mesmo, e multiplica pelo número de horas extras realizadas aos domingos e feriados no mês. E para saber o valor da hora trabalhada, é preciso dividir o salário pelas horas trabalhadas no mês.